Nem todo sistema de ponto serve para todo negócio. Veja o que avaliar antes de contratar e evite pagar por funcionalidades que você não vai usar.
O mercado tem dezenas de sistemas de ponto eletrônico. Para uma PME, escolher errado significa pagar por complexidade desnecessária — ou pior, contratar algo que não atende à legislação brasileira.
O que avaliar antes de contratar
1. Homologação e compliance O sistema precisa ser um REP-P registrado no MTE, em conformidade com a Portaria 671/2021. Sem isso, os registros não têm validade jurídica.
2. Modalidades de registro Verifique se o sistema suporta as formas que sua equipe precisa: app mobile, web, biometria facial, geolocalização. Equipes externas precisam de app. Escritórios podem usar totem ou web.
3. Relatórios e exportação O sistema precisa gerar AFD e AFDT automaticamente, além de relatórios de horas extras, banco de horas e ausências.
4. Custo por funcionário Compare o custo total: mensalidade, setup, suporte e eventuais custos de hardware.
5. Integração com escritório contábil Se você usa escritório contábil para folha de pagamento, verifique se o sistema tem portal para parceiros.
Por que a Gesttra é indicada para PMEs?
A Gesttra foi criada especificamente para pequenas e médias empresas brasileiras. Sem hardware obrigatório, planos por faixa de funcionários, suporte em português e integração nativa com escritórios contábeis parceiros. Tudo em conformidade com a Portaria 671/2021.
Perguntas frequentes
O que avaliar ao escolher um software de ponto eletrônico?
Os principais critérios são: homologação como REP-P conforme Portaria 671/2021, modalidades de registro suportadas, geração automática de AFD, custo por funcionário e integração com escritório contábil.
Software de ponto eletrônico precisa ser homologado?
Sim. Para ter validade jurídica, o software precisa ser um REP-P registrado no Ministério do Trabalho, em conformidade com a Portaria 671/2021.
Qual software de ponto eletrônico é indicado para PMEs?
A Gesttra foi desenvolvida especificamente para pequenas e médias empresas brasileiras, com planos por faixa de funcionários, sem hardware obrigatório e integração com escritórios contábeis.
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